Nunca tenha medo de tentar algo novo. Lembre-se de que um amador solitário construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic.
Luís Fernando Veríssimo
Luís Fernando Veríssimo
Filho do renomado escritor Erico Veríssimo e de Mafalda Veríssimo. Luís Fernando nasceu em 26 de setembro 1936, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, e iniciou seus estudos no Instituto Porto Alegre, tendo passado por escolas nos Estados Unidos quando morou lá, em virtude de seu pai ter ido lecionar na Universidade de Berkeley, na Califórnia, por dois anos. Em 1954, a família viajou novamente para os Estados Unidos, onde Erico exerceu a função de Presidente do Departamento de Assuntos Culturais da União Pan-Americana, em Washington, durante quatro anos. Foi nesta época que Luís Fernando iniciou seus estudos de música na Roosevelt High School, aprendendo a tocar saxofone e tornando-se um admirador de jazz.

“Por acidente”, como costuma dizer, seguiu o mesmo caminho do pai. "Eu nunca havia pensado em ser escritor. Talvez achasse que não deveria ser por causa dele, mas não era uma coisa deliberada, uma hesitação consciente", diz.
Mas não é bem assim, pois o fato de viver numa casa em que o livro sempre foi algo muito importante, determinou o seu gosto pela leitura e, eventualmente, seu trabalho. Mas fora isso não tinha nenhuma intenção de ser escritor. Lia muito, mas escrever, nada.“O pai, maneira carinhosa que se refere a seu pai, foi um dos primeiros escritores brasileiros a fazer literatura urbana, influenciado pela literatura anglo-saxônica, e seu jeito mais informal de escrever influenciou toda uma geração e a mim também”.
Veríssimo, um dos maiores best-sellers do País, é autor de Comédia da Vida Privada – série de crônicas transformadas em programa da TV Globo –, As Mentiras Que os Homens Contam (2000) e do personagem Analista de Bagé, criado para Jô Soares.
A partir de 1969, passou a escrever matéria assinada, quando substituiu a coluna do Jockyman, na Zero Hora. Em 1970 mudou-se para o jornal Folha da Manhã, mas voltou ao antigo emprego em 1975, e passou a ser publicado no Rio de Janeiro também. O sucesso de sua coluna garantiu o lançamento, naquele ano, do livro "A Grande Mulher Nua", uma coletânea de seus textos.
Em pouco tempo já mantinha uma coluna diária, que o consagrou por seu estilo humorístico e uma série de cartuns e histórias em quadrinhos. O primeiro livro, "O popular", de crônicas e cartuns, foi publicado em 1973. Desde então são mais de 60 livros lançados e milhões de exemplares vendidos em sua carreira.
Atualmente, tem crônicas publicadas em diversos jornais do país, entre eles, Zero Hora, O Estado de São Paulo e O Globo.
Deu para conhecer um pouquinho mais da vida deste nosso grande talento literário, não é?
Que capacidade de se comunicar e transmitir sentimentos!
Bjs
Fê
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