Odair José de Araújo, nasceu em 16 de agosto de 1948 na cidade de Morrinhos no interior de Goiás. Desde cedo se interessou por música e na adolescência formou uma dupla caipira com um amigo. Mudou-se para o Rio de Janeiro com 18 anos, onde trabalhou como cantor de boates suburbanas e circos e como guitarrista de inferninhos na Lapa.
No início da década de 70 começou a compor músicas baseadas no que observava da realidade dos inferninhos, bordéis e boates. Compositor de melodias simples e letras diretas, com seu trabalho ele trouxe o cotidiano do povo para a música brasileira. Os conflitos e o amor em sua face mais real, ou seja, da paixão ao sexo, até então tabu. O resultado disso foi uma maior empatia com a massa e milhões de discos vendidos.
Seu primeiro compacto, "Eu Vou Tirar Você Deste Lugar", falava de um homem apaixonado por uma prostituta, e tornou-se um de seus hits mais tocados. Começava aqui uma maratona de sucessos. No ano seguinte, 1973, o disco Odair José se torna o mais executado e vendido em todo país. Deste disco oito das doze músicas tornaram-se primeiro lugar nas paradas nacionais. No mesmo ano Odair se apresenta no exterior, tendo todos seus discos lançados na América Latina, Estados Unidos e alguns países da Europa.
Mais recentemente o nome de Odair José apareceu na mídia por conta do assalto ocorrido em sua casa, localizada no Condomínio Recanto Suiço em Cotia, na Grande São Paulo. Dois criminosos armados tornaram reféns o cantor, sua mulher e os dois filhos de 18 e 24 anos por cerca de uma hora e meia em dezembro do ano passado.
Tentei entrar em contato para informar aos muitos fãs sobre suas atividades atuais, mas até o fechamento deste post não obtive resposta com relação a sua agenda artística. Só sei que continua atuando com shows pelo Brasil.
Fonte de pesquisa: http://www.cantorodairjose.com.br/
Bjs
Fê
Boa tarde Fernanda,
ResponderExcluiré sem dúvida uma colecção interessante e também dispendiosa.
Deixo um beijinho e o desejo de que se sinta muito feliz por cá, parabéns pelo blog.
Ana Martins
Ave Sem Asas
Que bom ouvir suas palavras, Ana.
ResponderExcluirBeijos